Dentro da Caverna da Obscenidade – Volume 02 – Capítulo 01 – Presa fresca

 


 

Naquele lugar, o som constante da água pingando do teto não estava mais sendo acompanhado apenas pelos uivos ressentidos dos fantasmas vingativos.

Havia uma área sombria e impura que acabou se distorcendo.

Naquela área, um som lento e sensual – a voz de uma mulher – ecoava pelas paredes. Uma parte do teto desabou no interior da caverna, onde nenhuma luz brilhava, permitindo que um pequeno feixe luminoso entrasse.

Um monstro nasceu dentro dessa mina de mithril abandonada. E lá no fundo, estava uma mulher.

Não é que ela estivesse dormindo. Com os braços e as pernas enfraquecidos, como se não fossem mais usáveis, estremecia em resposta ao estímulo em seus quadris. Não parecia que era intencional.

A única coisa na parte superior de seu corpo era uma camiseta preta. Sua parte de baixo completamente exposta, exceto pelas botas em seus pés. Aqueles olhos amendoados que antes demonstravam a natureza obstinada dessa mulher agora estavam completamente foscos, não refletindo nada. Suas sobrancelhas estavam curvadas em derrota, em rendição, tudo que estava visível era desespero.

Violada pelo slime – o que ela julgava ser um Ooze Negro, um monstro – sua boca, que já cuspiu rejeições e falta de vontade, agora era um buraco que só servia para gemer e ofegar, demonstrando seu prazer.

Nesses últimos dias, seu corpo, que tinha sido violentado ao ponto de fazê-la desmaiar, estava exausto, ela tinha parado até mesmo de gritar e suplicar, devido à dor na garganta.

Seus seios empinados, sempre escondidos por seu robe, estavam sacudindo violentamente por trás de sua camiseta preta. Seus mamilos, que tinham inchado ao ponto de adotarem o tamanho de um doce, arrastavam de um lado para o outro, mostrando-se sem parar.

Seu robe rasgado e calças grossas estavam jogadas por perto, mostrando o quão intensa era essa violação.

Havia algo cobrindo sua metade inferior. Era um slime negro, parecendo um tipo de distorção.

Violando a maga… Frederica, isso era uma existência que acabou com a mente dela.

— A-ah… ah! Ii… ehhhh… iii!

Seus membros foram anestesiados pelo veneno paralisante, para que não fugisse. No entanto, isso provavelmente já não era mais necessário.

Três dias se passaram desde que Frederica foi carregada para a caverna, mas a mulher não mostrava mais vontade de escapar. Era por não acreditar na existência dessa possibilidade? Sua vontade tinha ruído? Ou talvez estivesse apenas esperando por uma chance?

Embora o Ooze Negro não entendesse, não alterava o que ele faria.

Aquilo continuaria estuprando essa mulher.

Até agora, os monstros não tinham pensado por si mesmos. Pode-se dizer que possuíam certos instintos, mas todos distorcidos.

Metendo em sua vagina, batendo na entrada de seu ventre, às vezes indo até os limites mais profundos dela. Deixando escapar uma voz sensual enquanto era penetrada pelo monstro, sua cintura tremia como se estivesse sentindo cócegas no útero. Seus fluidos vaginais não paravam de vazar, uma porção saudável de um líquido branco e viscoso escorria depois de ser violada por um tempo.

Nesses três dias, o espírito de Frederica foi levado à sua linha final de defesa, seu corpo foi transformado em um tipo de boneca obediente.

Sua boca, que costumava implorar por liberdade, sem saber, começou a indicar seus pontos mais sensíveis. Ela preferia que seus lábios vaginais fossem acariciados com gentileza, desde seu clitóris, antes de começar a ser usada vigorosamente, assim como suas axilas e outras áreas, e a penetração anal, só queria de maneira rápida e superficial.

Se continuasse sendo violada nessa caverna, no final, esqueceria até de como falar, sendo reduzida a nada mais do que uma besta louca por sexo.

— Aí… aíí, maaaais…

Usando apenas o pouco de força que tinha recuperado depois do último desmaio, balançou os quadris em direção à coisa, antes detestável, por vontade própria. Uma aventureira que deveria matar monstros… implorando para ser fodida por um.

Ela não seria poupada, nem libertada… então implorou pela violação.

Se alguém que a conhecesse visse isso, poderia não acreditar nos próprios olhos. Costumava ser uma mulher linda, sempre cheia de confiança em suas capacidades.

Mas essa Frederica não existia mais.

Esta era uma mulher que abria as pernas para um monstro, implorando para ser estuprada e expunha seu corpo, que faria qualquer homem ficar cheio de luxúria, sem sentir vergonha alguma.

Esta era a Frederica que abandonou sua sanidade.

— Mais, mais… maaaaiiiis…

Suas palavras não pareciam realmente firmes. Ela continuou expressando seus desejos, gritando em delírio. Mesmo assim, mesmo com uma voz fraca, parecia que estava gemendo do fundo de seu coração.

E assim, seguindo sua voz, o slime meteu seu tentáculo para dentro da mulher com ainda mais força. Penetrando em seu ventre macio e batendo contra a entrada dele, massageando seus seios que balançavam violentamente enquanto esfregava seus mamilos sem parar, como se quisesse deixá-la ardendo de vontade.

Apesar de sentir um tanto de dor, a única coisa que podia ser notada no rosto da mulher era o delírio e o prazer.

Lágrimas corriam por suas bochechas e muco escorria de seu nariz. Igual uma porca. Nem mesmo putas mostrariam uma expressão dessas.

— G-go-gozandooo…!

O corpo da mulher começou a convulsionar de forma particularmente violenta. Tanto suas palavras quanto seu corpo indicavam que estava gozando.

Satisfeito, o rosto que uma vez já foi digno, agora só demonstrava perversão e falta de vergonha, seus olhos rolando para trás enquanto ela gozava.

Ao mesmo tempo, o slime também passou por uma mudança.

Embora não soubesse por que, quando ele fez essa mulher gozar, a mana da maga acabou fluindo para o slime.

Um dos três homens que tinha absorvido, provavelmente um daqueles dois jovens aventureiros, tinha alguma aptidão para a magia.

O que era mana? Uma sensação quente e viva foi transmitida. Embora o monstro não fosse capaz de compreender isso muito bem, a mana parecia ser um tipo de vitalidade que brotava desde o corpo.

Isso estava errado. Na realidade, magos eram existências capazes de acumular mana suficiente para transbordar da existência do mundo natural; no entanto, como o slime ainda não tinha absorvido um mago, não sabia isso.

Mesmo assim, conseguiu manejar algo semelhante a um recipiente de mana, tudo por ter absorvido alguém com aptidão com magia. Por natureza, um slime não era capaz de fazer algo como pensar. Mesmo se absorvesse algo que soubesse, não seria muito aprofundado.

Funcionando por puro instinto, o Ooze Negro aprendeu a violar mulheres depois de absorver aquele homem, que já tinha feito coisas semelhantes. Violá-las para conceber uma criança.

E isso continuaria.

Este slime, tudo que esse Ooze Negro era, podia ser considerado apenas como uma mutação.

A coisa dividiu seu corpo para prender os membros de Frederica no chão depois de ela gozar e desmaiar de novo e de novo.

No centro do feixe de luz que descia desde o teto da mina abandonada, estava uma linda mulher, com seus membros presos por travas negras. Vestindo apenas sua camiseta preta que quase não podia esconder seus enormes seios e suas botas de couro, sua silhueta era mais que o suficiente para despertar o desejo sexual de um homem.

E então… ele enfiou um tentáculo da grossura de uma corda por sua boca.

— O… gu…!

Ignorando os gritos abafados dela, penetrou até seu estômago, passando por sua garganta. Assim, colocando ali um tanto de grama selvagem, já digerida e sem toxinas para humanos ou animais.

O Ooze Negro sabia que os humanos morreriam com bastante facilidade se não se alimentassem. Embora, provavelmente, fosse melhor se ela se alimentasse por si só, mas como existia o risco de fuga, fazer as coisas assim seria o melhor.

Além disso, essa mulher, que parecia estar perdida no prazer, provavelmente não seria capaz de preparar a própria refeição. Ela estava se contorcendo como se quisesse desenhar um círculo com os quadris; será que sentiu prazer com essa refeição?

Depois de derramar algo em seu estômago, o slime retraiu seu tentáculo.

— Hau… n…

Seus quadris tremeram algumas vezes. A comida foi forçada para seu estômago. Seu corpo também reagiu a isso, fazendo com que quase chegasse a outro orgasmo.

Mesmo tendo perdido seus sentidos, o que a antiga Frederica pensaria sobre seu corpo reagindo a coisas assim?

Transbordando de orgulho e vontade, essa era a maga sublime e poderosa conhecida como Frederica.

Nesse momento, porém, ela tinha o corpo tão sensível quanto o de uma puta. Mesmo se fosse comparada com um animal selvagem, isso não seria o bastante, já que só queria prazer.

Uma beldade. Agora com um corpo lascivo.

Uma vez que seu corpo tinha se transformado nisso, provavelmente seria incapaz de retomar uma vida adequada, já que tinha provado do paraíso.

Mas mesmo assim, isso não tinha nada a ver com o slime.

Embora ela não soubesse de mais nada, movia seus quadris para frente e para trás com uma expressão extasiada, como se estivesse implorando por mais estímulo… ou talvez implorando por um macho.

Quanto ao slime, enquanto o corpo da mulher continuasse implorando, ele continuaria penetrando em sua vagina com seu tentáculo.

Como sempre… mesmo a ponto de desmaiar, Frederica continuou gozando sem parar. Mesmo se acordasse, desmaiaria de prazer outra vez.

Isso podia ser chamado de inferno.

 

Depois do slime devastar Frederica, houve uma alteração em seu conhecimento geográfico. Agora ele sabia da existência de uma estrada que conduzia para além da aldeia que ficava no pé da montanha.

Bem, embora tivesse essa informação, ainda não tinha se aproveitado dela devido ao risco de ser descoberto pelos humanos. Mesmo assim, foi capaz de entender a capacidade dos aventureiros – seus inimigos naturais – até certo ponto, por isso passou a atacar apenas as bestas que estivessem ao longo da estrada de seu território.

As carroças que entravam e saíam da estrada rural normalmente não se afastavam muito de um certo caminho. Isso era por causa da cautela que tinham contra animais selvagens e bandidos.

Portanto, o slime foi capaz de absorver os animais que estavam a certa distância da estrada sem pressa alguma. É claro que passaria seus dias na montanha e ficaria na caverna enquanto estivesse de dia, mas sempre saía para caçar durante a noite. Devido à dependência de seus instintos, devorou todos os animais da montanha e não restou nenhum alimento por perto.

Não parecia haver qualquer problema em atacar os animais que estavam na aldeia mais próxima, mas isso devia ser feito com cuidado. Embora o slime não fosse morrer em caso de não comer, ainda sofria com a fome e a vontade.

Além disso, Frederica precisava ser alimentada. Ela era violada durante o dia todo, só podendo descansar à noite, que era quando o Ooze Negro saía para caçar.

Essa era a vida do slime.

Vários dias se passaram nessa rotina. Cerca de dez dias depois do grupo de Frederica ter desaparecido, foi postada uma missão no quadro de avisos da guilda dos aventureiros que ficava na capital real.

Como a guilda estava cheia com os mais diversos tipos de trabalhos, a adição de um outro documento não deveria ser algo incomum.

No entanto, as pessoas que estavam envolvidas com a missão – parecia que tinham entrado em apuros.

Dois dias depois do desaparecimento de Frederica, vários aldeões da aldeia que ficava ao pé da montanha começaram a fazer uma análise do território, mas nunca se aproximaram da mina abandonada. Estavam aterrorizados, mas como os aventureiros tinham sumido, isso se demonstrou um problema que exigiria a ajuda de cavaleiros ou magos.

Olharam pelos arredores, buscando por qualquer evidência que fosse. Com esse pensamento em mente, os anciãos do vilarejo conseguiram encontrar um cajado incrível, bem como as mochilas do grupo de aventureiros.

Embora o Ooze Negro fosse capaz de dissolver coisas como carne e plantas, roupas e armaduras de couro demoravam muito para passar por esse processo, então isso foi descartado.

Os anciãos levaram essas coisas que encontraram para a capital real. Para um incidente como o desaparecimento de aventureiros, mesmo se a aldeia não pudesse pagar uma recompensa, o país tomaria a iniciativa de preparar um pagamento de acordo com a dificuldade da missão.

Assim sendo, já que alguém como Frederica, famosa e habilidosa, desapareceu, muitas pessoas apareceram, todas interessadas no pagamento que seria preparado. Uma maga sumiu, deixando seu próprio cajado para trás. Isso era como a própria identidade de um mago.

O que tinha acontecido? Ela jamais abandonaria o cajado para fugir.

Algo provavelmente tinha acontecido com Frederica e seus companheiros. Essa foi a decisão da guilda dos aventureiros.

— Realmente devemos fazer isso?

— Eh…

No entanto, mesmo com isso dito, ninguém queria ajudar. Era uma recompensa muito pequena para um risco muito grande.

As próprias vidas pesariam mais, nada importaria se acabassem morrendo.

Frederica era famosa entre os jovens da guilda, e até mesmo era reconhecida como uma maga habilidosa. Com isso em mente, ninguém quis correr o risco.

Na verdade, isso só estava acontecendo por ela ter baixado a guarda e cometido um erro enquanto estava escuro, escolhendo o tipo errado de magia para usar.

Mesmo assim, ninguém da guilda sabia sobre os detalhes.

Assim, a missão para explorar a mina de mithril abandonada foi deixada de lado por vários dias.

Todos viravam os olhos para isso e tomavam outras tarefas. Lentamente, essa se tornou a única missão postada, ocupando o quadro de avisos inteiro.

Uma mãozinha se estendeu em direção do documento e o agarrou.

Depois disso, uma voz calma, que parecia estar querendo abafar a barulheira da guilda, pôde ser ouvida.

— Isso…

Uma mulher pequena podia ser vista; ela estava carregando um cajado desproporcionalmente grande e se esticando na ponta dos pés para poder agarrar esse documento.

Seu longo, bonito e quase transparente cabelo prateado estava todo jogado para o lado esquerdo de sua cabeça, amarrado em um rabo de cavalo. Ela leu o documento, seus olhos castanhos se moveram da esquerda para a direita, de cima a baixo, enquanto lia linha por linha.

— Satia, você vai pegar essa?

Um dos homens da guilda perguntou para a maga que estava parada em frente ao quadro de avisos.

Satia. Sem nome de família, ela era uma ex-escrava. Satia tinha algum potencial no manuseio mágico, então foi comprada como escrava e usada como aventureira enquanto obedecia seu mestre.

Suas experiências como aventureira foram tediosas, ela era uma mulher que cresceu no momento em que passou pela porta de entrada da guilda. Embora tivesse um semblante parecido ao de uma boneca e fosse relativamente baixa, dava aos outros a impressão de ser mais bonita do que adorável.

Satia era cerca de meia cabeça mais baixa que o normal, mesmo se considerando aqueles mais jovens que ela. E é por isso que seu grande cajado parecia ser desproporcional, tinha praticamente a sua altura. Isso fazia os outros meio que serem atraídos pela bela garota.

Ela também estava vestindo um robe grosso e preto, como se fosse uma freira. Os aventureiros geralmente passavam uma impressão mais forte, mas essa menina era pequena e adorável – esse era o tipo de impressão que passava.

Ela olhou para o homem que a chamou, com os olhos sonolentos.

— Sim…

— Você sabe que isso é sobre o desaparecimento de Frederica, né? Você está pronta para algo desse tipo?

— É…? Vou discutir sobre isso com o Mestre.

Todos os homens que já tinham sido mestres de Satia sempre diziam para que ela procurasse por missões.

A recompensa parecia boa, e a missão parecia interessante, mas ainda assim, ela deu ouvidos ao conselho do homem. A garota já tinha sido tratada como uma escrava no passado, então, não gostava muito de interações.

Mesmo entendendo que ele tinha boas intenções, manteve distância. Respondendo de maneira um tanto quanto distante, se afastou sem sequer expressar qualquer palavra de gratidão.

Todos da guilda a amavam como se fosse uma boneca, mas Satia não achava que isso valia seu tempo.

Ela dedicava tudo de si a procurar missões, mas havia apenas coisas como limpar a sarjeta das ruas da capital real ou coletar ervas medicinais.

Tudo parecia com o trabalho que alguma criança faria para conseguir um pouco de dinheiro. Até mesmo as recompensas eram ruins.

— Isso…

— Ah, fique à vontade para perguntar se tiver qualquer dúvida.

— Sim…

No final, suas respostas eram sempre curtas.

Mesmo entendendo, do fundo do coração, que seria melhor responder de outra forma.

Bem, o homem simplesmente sorriu compreensivamente para a voz e aparência fofa de Satia, depois retornou à companhia de seus companheiros.

No canto da guilda de aventureiros, sempre barulhenta, estava um jovem com cerca de vinte anos de idade.

Era o mestre de Satia, Alfred Will. Com cabelos loiros e olhos azuis, ele era um jovem agradável e bem-humorado.

Satia colocou o documento da missão que tinha escolhido na mesa em que seu mestre estava sentado.

— Para fazer só isso, a recompensa é boa…

— Sério? Obrigado — dizendo isso, Alfred começou a analisar o documento que tinha recebido de Satia.

Ela olhou para o perfil dele silenciosamente.

Esta era a única área quieta de toda a guilda.

— Frederica parece ter desaparecido…

— Sim, parece…

Embora Satia não estivesse familiarizada com Frederica, Alfred já tinha feito várias missões com ela.

A imagem que ele tinha de Frederica era a de uma maga brilhante e sociável, cheia de beleza e vontade.

Embora não fossem algo como amigos, não era como se fossem desconhecidos. Ela desapareceu e esta missão foi parar em suas mãos.

Mesmo sendo perigoso, ele não estava realmente interessado em deixá-la sozinha e abandonada.

— A recompensa também é boa, que tal pegarmos isso?

— Tá…

Se seu mestre dissera isso, a garota não recuaria. Embora não soubesse que tipo de mulher Frederica era, ela protegeria seu mestre.

Sua determinação inabalável se tornou sua força. Quando Alfred se levantou, caminhou até Satia.

— Será perigoso se formos só nós dois, vou contratar algumas pessoas.

— É…?

Do ponto de vista dela, a habilidade de Alfred com espada e magia estava em um nível suficientemente bom. Provavelmente existiam poucos em sua idade que poderiam superá-lo.

Mesmo assim, o jovem não relaxou a guarda nem se tornou vaidoso. Ele faria missões, mas minimizaria os riscos ao máximo que pudesse.

Para Satia, seu mestre Alfred era uma existência que poderia ser considerada com a de um [Herói] que a tirou do inferno.

Ele a comprou como escrava, mas não a usou como mulher. Satia não sabia se Alfred já tinha alguma em seu coração, mas logo fariam dois anos desde que a escolheu.

A garota nunca precisou entretê-lo, isso nunca foi pedido. Entre todas suas ordens, nenhuma foi irracional.

Era como se Alfred estivesse cuidando dela, como se fosse uma irmã mais nova ou uma filha. Pelo que Satia sabia sobre as pessoas que compravam escravos, podia-se dizer que Alfred era simplesmente gentil demais.

Embora a maga não falasse muito e fosse emocionalmente carente, ainda tinha as emoções esperadas de uma garota em sua idade.

Ela sentia afeição por aqueles que a tratavam bem. Ele tinha boa aparência e talento, mas o mais importante era sua natureza gentil.

No entanto, suas posições eram a de mestre e escrava. Seu peito começou a doer antes que percebesse.

O cabelo prateado de Satia esvoaçava enquanto ela perseguia o rapaz que ia informar ao chefe da guilda que estava aceitando a missão.

Seus olhos pareciam um tanto sonolentos – como sempre – mas estavam firmemente fixados nas costas de seu mestre.

 

Depois de alguns dias sacudindo na carroça, o grupo de Alfred chegou à aldeia rural graças à missão.

Tinha cerca de uma dúzia de casas com grandes pastos. Embora a quantia de animais domésticos tivesse diminuído um pouco, por causa do Ooze Negro, ainda havia muitos animais andando lentamente pelos campos.

— Bem-vindo, e obrigado por estar aqui.

— Você é o chefe da aldeia?

— Sim.

Como o representante do grupo, Alfred conversou com o velho pessoalmente.

Alfred e Satia acabaram por empregar outros três aventureiros. Fora Satia, eram todos homens. Eles eram confiáveis, tendo feito muitas missões no passado, mas como ela não era muito boa com o sexo oposto, não saiu do lado de seu mestre durante toda a viagem.

Embora, provavelmente, fosse mais correto considerá-la uma escrava, o relacionamento entre Alfred e Satia era… bem, era fácil para os outros aventureiros verem que a garota não era muito boa em esconder seus sentimentos. Ela sorria toda vez que olhava para seu mestre, isso parecia acalmá-la.

Os três também eram conhecidos de Frederica. Seria possível dizer que essa era a razão pela qual aceitaram a missão.

Se Frederica estivesse segura, poderiam melhorar o relacionamento com a bela maga diante do salvamento. Poderiam dizer também que suas ações não eram nada egoístas.

Alfred perguntou umas duas ou três coisas ao chefe, e também respondeu às perguntas dele.

Satia observava tudo sem sequer piscar e, enquanto isso, os outros três aventureiros descarregavam as bagagens da carroça habilmente, demonstrando a experiência deles.

Ela provavelmente deveria ajudar, mas já estavam cuidando de tudo. Eles podiam estar tentando mostrar seus pontos positivos.

Bem, de qualquer forma, ela não viu nada de demais. Satia estava muito preocupada em admirar Alfred… Com aqueles mesmos olhos sonolentos de sempre.

— Nós vamos passar a noite na aldeia e subir a montanha no primeiro horário de amanhã. — Tendo alugado uma casa que já não tinha nenhum morador, Alfred falou ao terminar de transportar toda sua própria bagagem.

Era uma casa de dois andares, muito bem construída, mas seu dono era um velho que desapareceu recentemente na montanha. Também era a mesma casa em que Frederica e seu grupo tinham dormido.

Eles olharam por toda a casa, em busca de qualquer pista, mas no final não conseguiram encontrar nada substancial.

— Parece bom. Estou cansado de me mover tanto, hoje vamos ficar aqui mesmo.

— Aham, finalmente conseguimos uma boa casa.

— Mas não temos um banheiro.

Os três aventureiros saíram da sala de estar enquanto diziam coisas aleatórias.

De qualquer forma, o 『Herói』 de outro mundo falou sobre algo como banhos públicos anteriormente, e isso acabou se tornando bastante popular. Apesar de as pessoas lavarem seus corpos com água de rios e poços naquela época, atualmente preferiam mergulhar em uma banheira de água quente para se limpar.

Foi decidido que os homens ficariam com o quarto de hóspedes grande, enquanto Satia, que era a única mulher, ficaria com o quarto do antigo dono.

Eles escalariam a montanha por perto e vasculhariam a mina de mithril abandonada na manhã seguinte. Aquele lugar era muito suspeito. Frederica e os outros tinham desaparecido quando foram explorar aquela área.

Mas o grupo desta vez tinha cinco pessoas. Mesmo se uma situação inesperada surgisse, deveriam ser capazes de lidar com ela. No entanto, não sabiam se a mina era algo como o ninho de uma fera ou o lar de um grupo de bandidos.

Independentemente do que fosse, como foi o bastante para fazer com que três aventureiros desaparecessem, não poderiam se dar ao luxo de fazer qualquer coisa descuidada.

— Satia, você também deve descansar hoje.

Quando a garota retornou ao quarto, após preparar a janta, Alfred era o único presente. Quanto aos outros três aventureiros, tinham saído para fazer algo semelhante a uma patrulha, buscando descobrir o que estava atacando o gado.

Pelo visto não tinha se aproximado da aldeia novamente, então seja lá o que fosse, poderia ter partido, ou talvez estivesse assolando outra aldeia.

Eles esperavam por algo do tipo, mas, como não sabiam exatamente com o que estavam lidando, saíram os três juntos, só por segurança. Por causa disso, Satia e Alfred acabaram sozinhos na casa.

Eles eram aventureiros que agiam como um casal. Como eram sempre apenas os dois, não estavam realmente conscientes disso. Mesmo assim, sendo uma mulher em idade de se casar, ela poderia estar considerando isso como ficar sozinha com a pessoa de seu coração.

Sem dizer nada, Satia ficou bem atrás de Alfred enquanto ele, indiferentemente, se sentava em uma cadeira. Talvez por estar se perguntando quais eram os pensamentos dela, Alfred puxou uma cadeira para perto e bateu levemente em sua superfície. Parecia que estava convidando-a para se sentar.

— Muito obrigada… Umm, Mestre? — falou Satia após sentar-se na cadeira. Algo como ir descansar antes de seu mestre era inadequado para um escravo.

Bem, Alfred na verdade a considerava uma companheira, não uma escrava. Enfim, a garota não tinha percebido isso.

Ele a via como companheira, mas ela pensava em Alfred como um bom mestre de escravos.

Havia uma ligeira discordância nisso. No entanto… isso provavelmente era bom para os dois, que não sabiam interagir um com o outro.

— Agora pouco pensei em algo.

— Isso… eu também…

— Sim.

Alfred, sem prestar muita atenção na resposta de Satia, estava imerso em seus pensamentos. Traçando um mapa da área em sua cabeça, ele se perguntou onde iriam procurar em caso de a mina abandonada não ter o que queriam.

Olhando vagamente para o perfil de Alfred, apesar de não demonstrar nenhum tipo de expressão, um calor se espalhou pelo peito dela.

Mesmo com as expressões um pouco distantes, isso não significava que suas emoções também estavam. Será que Satia pensava que seu Mestre tinha notado isso?

Não, ele provavelmente não tinha.

Mesmo assim, não fazia mal. É nisso que ela acreditava. Eles iriam viajar juntos, então sempre estariam ao lado um do outro. Só isso. Com apenas isso, ficaria satisfeita.

— Bem, então acho que vamos subir essa montanha amanhã, hein.

Um dos aventureiros que estavam com eles disse isso. Deitado em sua cama, que era basicamente um cobertor jogado sobre o chão, ele colocou sua querida espada longa logo ao seu lado, deixando uma adaga acima de sua cabeça.

Os outros aventureiros fizeram o mesmo, compartilhavam o sentimento de não querer relaxar suas guardas dentro da aldeia, mesmo enquanto estivessem dentro de uma casa.

— Bem, então, Satia… Se acontecer qualquer coisa…

— Sim. O Mestre também, umm… vejo você amanhã.

— Boa noite, Satia.

Ainda era cedo, mas, como precisavam guardar forças para o dia seguinte, decidiram deitar cedo. Não existia muito entretenimento pela aldeia mesmo, visto que ela era tão afastada de tudo, então não tinha nada a ser feito antes do sol se pôr. Não era uma ideia ruim se embriagar um pouco, mas todos concordaram que seria melhor esperar pelo término do trabalho.

Não havia nenhum real significado nisso, mas se fossem forçados a dizer algo, provavelmente acabariam fazendo um tipo de oração. O álcool não deveria ser tomado antes de um serviço. Isso tinha sido decidido por Alfred. Fora isso, ele basicamente não curtia beber, e Satia também não tinha a personalidade de quem gostava de tais coisas.

Ela já tinha dado boa noite a seu mestre, então se dirigiu ao quarto que lhe foi designado.

Embora soubessem que já fazia um tempo desde que o dono da casa desapareceu, não estava nada sujo. Não havia nenhuma poeira. Frederica ou seus companheiros deviam ter usado o cômodo.

Havia uma cama e um guarda-roupa dentro do quarto, além de duas janelas. Não havia espaço para mais nada; se até mesmo Satia, com seu corpo pequeno, levantasse da cama, já estaria quase pressionada contra o guarda-roupa.

O formato do quarto provavelmente tinha sido projetado pelo ex-proprietário – um idoso – para que não precisasse se mover muito por ali.

Inclinando o cajado sobre a cama, sentou-se sem trocar de roupa.

— Fuuu…

Ela estava se sentindo um pouco tonta.

Depois de soltar um suspiro, seus olhos sonolentos se fecharam lentamente. Ela se preveniu para não ser indiscreta, mas seu peito ficava quente, não importava o que fizesse. Mesmo agora, Satia sentia suas bochechas esquentando e ficando avermelhadas.

— Alfred… — Ela murmurou o nome dele. Só isso já foi o bastante para transformar o calor em seu peito em ardor.

A garota se perguntou se os companheiros, que estavam em outro quarto, já tinham dormido. Estava tudo completamente quieto enquanto prendia a respiração, tentando escutar qualquer coisa.

Satia escutou por um tempo, sem se mover ou fazer qualquer som – então, deslizou seus lindos dedos brancos para baixo de seu robe.

Não era algo caro. Era feito com um pano grosso que bloquearia a maioria dos toques leves, não seria notado se alguém estivesse colocando um dedo sob o robe, a menos que se pressionasse com força.

Ela não estimulou seus pequenos seios, vestida com o robe e as roupas de baixo desnecessárias, mas mesmo assim, esfregou os dedos sob seu robe incessantemente. Ao invés de uma massagem, isso estava mais para uma auto carícia.

— Nn…

Quanto ao motivo pelo qual Satia não achava esse tanto de estímulo agradável… isso era por ser a primeira vez se confortando.

Enquanto fazia isso, ela se perguntou quando tinha chegado ao ponto de se confortar em uma viagem, e não em uma das pousadas da capital real. Mas, infelizmente, não encontrou nenhuma resposta.

Sabia que isso era devido à boa vontade de Alfred em relação a si, mas, desde quando? Quando foi comprada como escrava? Quando aprendeu magia e como ler e escrever? Ou talvez tivesse sido quando era apenas uma aventureira, e não uma escrava?

Enrolando um pedaço de seu robe grosso, ela colocou-o na boca. Suas pernas jovens estavam nuas abaixo de sua barriga.

A porta do quarto estava trancada. Como o robe estava em sua boca, sua voz provavelmente seria abafada durante quase todo o tempo.

Seu peito minúsculo, agora sem aquelas roupas íntimas desnecessárias, estava exposto ao ar frio da noite. Suas bochechas e orelhas tingidas de vermelho, tudo por causa da vergonha, mas, mesmo assim, a garota não aguentou mais e, ficando de ladinho, inclinou o corpo para frente.

Ela forçou seus olhos adoráveis e sonolentos a ficarem fechados. O que imaginou no meio da escuridão foi – seu mestre amado. Apesar de suas intenções originais não serem de ir tão longe assim, ao ponto de fazer suas bochechas corarem de vergonha, seus dedos finos se moveram para seu lugar mais importante, com movimentos bastante hábeis.

Sua mão direita foi em direção ao seu peito, a mão esquerda sobre sua calcinha simples. Era um método bruto de masturbação, apenas pressionando as duas partes com os dedos. Mas, mesmo assim, não era como se não soubesse o que estava fazendo.

Seu corpo era delicado, então sua masturbação incessante foi acompanhada de um pouco de dor. Satia era uma escrava. Desde que tinha sido necessário, recebeu educação sobre isso.

Um escravo homem se tornaria o escudo do aventureiro que seria seu mestre ou serviria para satisfazer os desejos de uma mulher.

Uma escrava mulher se tornaria uma ferramenta apenas para satisfazer os desejos de um homem.

A primeira vez de Satia como escrava foi justamente assim.

No entanto, o jovem chamado Alfred era diferente de todos os outros. Ele não a via como uma mulher, mas sim como uma camarada.

Ela a cumprimentava de manhã, com uma voz realmente calorosa, agradecendo pelo café da manhã preparado. Sendo acariciada por aquelas mãos ásperas por tanto balançar uma espada, sendo puxada por aquelas mãos grandes…

— Nuuuu.

Ao contrário de suas mãozinhas, as dele eram grandes e brutas.

Sua mão direita acariciou seu peito magro para cima e para baixo. Combinando com o tamanho de seus mamilos, que ficaram excitados por simplesmente pensar naquele jovem homem, assim sendo, ela começou a esfregá-los. Mesmo achando isso vergonhoso, a garota não parou de estimular suas zonas erógenas.

A estimulação foi leve no começo. Depois de um tempo, seus pequenos mamilos foram aumentando de tamanho gradualmente, o suficiente para que pudessem ser beliscados.

O corpo de Satia era insensível à estimulação sexual devido à sua idade, mas sua mente já era a de uma mulher adulta.

Ela acariciou seu mamilo, beliscando-o… além de sua zona proibida por cima de sua calcinha.

Em seus dias como escrava, não conseguia entender o que tinha de tão bom nisso. Todos sabiam um pouco sobre masturbação, mas para Satia, que detestava qualquer ato vergonhoso, isso passava uma sensação ruim. Quando foi treinada para fazer esse tipo de coisa pela primeira vez, sentiu mais desgosto e dor do que prazer.

Ela não tinha sentido nenhum prazer enquanto seus seios eram esfregados e suas genitais secas só transmitiram dor. Suas sensações sexuais imaturas não reagiam ao prazer, era transmitido apenas a dor e o desgosto ao seu cérebro.

A garota ficou enojada e rejeitou aquilo. Rejeitou o ato sujo da masturbação, reconhecendo-o como algo vergonhoso.

No entanto, agora era diferente.

Ela pensou no jovem, em seu Mestre, se masturbou enquanto pensava nele. Claro, isso a satisfez tanto como escrava quanto como mulher.

— Fuu, u… nnn…

Uma voz abafada vazou através do robe grosso em sua boca.

Os dedos que estava usando para acariciar seu mamilo agora tinham começado a apertá-lo e estimulá-lo. Seu mamilo era flexível e mudava de forma enquanto era amassado e puxado, mas voltava ao estado original no mesmo momento – um delicado amontoado protuberante de carne.

Quanto aos dedos estimulando seus genitais por cima de sua calcinha, ela mudou seu foco para uma área ligeiramente diferente, em direção ao seu clitóris excitado. Ainda com sua roupa de baixo, seu clitóris proporcionou uma estimulação intensa; essa era sua área mais sensível.

Quando a garota pensou naquele rapaz e começou a se masturbar pela primeira vez, estimulou seu clitóris na mesma hora.

Naquele momento, foi impossível segurar a voz. Ela mordeu seu robe grosso com tanta força que quase o rasgou, tentando suportar o estímulo incrível.

Depois dessa experiência, a garota sentiu algo parecido com medo ao pensar em descobrir seu clitóris. Isso era parecido com dor, mas de certa forma era diferente.

Sentiu muitas coisas. Era para lá de obsceno. Ela foi com medo e curiosidade em direção ao maior prazer do qual se lembrava. Sem nenhuma certeza sobre isso, mudou seus modos para deixar o clitóris vestido e coberto por sua calcinha. Sem nenhuma dor, Satia sentiu um prazer moderado.

Ela não queria mostrar sua aparência atual. No entanto, se uma noite em que estivesse conversando com seu amado Mestre chegasse e seu peito começasse a queimar… a qualquer custo, pediria por essa coisa vergonhosa.

Movendo os dedos enquanto pensava em seu mestre, um calor envolveu sua voz e sua cintura começou a se mover para frente e para trás lentamente. Seus dedos começaram a se mover mais e mais rápido. Antes que percebesse, lágrimas de alegria começaram a fluir de seus olhos bem fechados.

Mestre… Mestreeeeee…

Com medo de falar em voz alta, chamou por seu amado em seu coração, mais e mais. Seu robe negro acabou ficando molhado com a baba que escorria de sua boca.

Mas a garota não percebeu, já que estava ocupada acariciando seu mamilo suavemente e estimulando seu clitóris.

Sua cinturinha fina parecia ter sido ajustada, bagunçando os lençóis da cama. O estímulo foi maior do que o esperado, mesmo através de sua calcinha branca – fluidos de amor começaram a vazar de sua vagina.

Era possível escutar os sons irregulares de sua respiração e o farfalhar de sua roupa. Até mesmo a ideia de chamar por Alfred, que estava no quarto ao lado, surgiu, fazendo com que sua luxúria servisse com um estímulo extra.

Seu cabelo prateado estava pregando em sua testa coberta de suor. Seu cabelo, geralmente penteado de lado, estava espalhado pelo lençol.

— Fuuu, fuu… fuu!

Mais, mais… por favor, mais rápido, me toque!

Ela usou seu polegar para pressionar seu mamilo duro. Apenas ele estava sendo tocado, então a dilatação de seu outro mamilo era obviamente diferente. A garota não iria parar, mesmo se alguém visse sua aparência obscena, continuaria esfregando seu mamilo direito.

A mão que estava trabalhando em seu clitóris escorregou por sua calcinha e – apesar de toda sua determinação – começou a acariciar seu clitóris sem qualquer barreira. No entanto, ele ainda estava envolvido pelo prepúcio. Seus dedos dos pés se enrolavam e esticavam ao máximo enquanto sua cintura começava a se mover com maior intensidade.

Com mais força, com mais intensidade – continuou violando seu mamilo, imaginando que eram os dedos de seu mestre.

Ela estava sendo violada pelas grandes mãos quentes de seu amado Mestre. Essa era apenas uma ilusão quente, mas a paixão fervorosa atacava seu corpo cada vez mais.

— Ha… ah, b-bom… tão bom…!

Seus lábios soltaram seu robe grosso, incapazes de suportar o prazer.

— Alfreeed… aaa… — Ela chamou pelo nome de seu mestre com a voz sensual de uma mulher. Satia sabia que isso era desrespeitoso, mas apenas serviu para empurrá-la ainda mais em direção ao clímax.

Depois de tanta intensidade, seu corpo chegou ao clímax. Sua cintura tremendo sem parar.

Como se não tivesse sido o suficiente, seus dedos não pararam, mesmo enquanto aproveitava o momento.

Tocando seu clitóris descuidadamente, sincronizou tudo com os movimentos de sua cintura. E colocou os quadris em direção ao teto, como se estivesse se oferecendo para um homem que não estava ali.

— Haaah…! Un… ah!

Ela se virou de bruços contra a cama, em pânico, tentando dominar seus gemidos. Depois de não ser mais estimulado, seu mamilo esquerdo, que estava sendo esfregado contra a cama, enviou um choque elétrico até sua mente.

Foi incrível, então continuou usando a mão direita e o lençol para estimular seus mamilos.

Eles sendo esfregados contra o lençol umedecido pelo suor não era doloroso nem coçava… era apenas um prazer ligeiramente insatisfatório. No entanto, Satia sentiu que o estímulo contra seu corpo ardente era o bastante. Sua mente estava enevoada pelo desejo, ela balançou o corpo para frente e para trás enquanto ofegava sem parar.

Enquanto isso, seu traseiro, que tinha sido lançado para o ar como o de uma cadela, tremia o tempo todo.

Quando estimulou seu clitóris e os lábios de sua vagina, que agora estavam pingando silenciosamente, sua calcinha molhada se enfiou em sua bunda esbelta. O elástico da calcinha estava cavando por seus quadris obscenos, parecendo que queria desvirtuá-la.

Não percebendo isso, Satia se dedicou de todo o coração para estimular seus mamilos e genitais, mbuscando por cada vez mais prazer.

— Mees… tre… Meeeees… treeee…

Empurrando o rosto contra a cama, ela tentou abafar seus gemidos, para que ninguém escutasse.

Sua voz abafada era contida pela porta e paredes, por isso não chegaria aos ouvidos de ninguém. Ainda assim, se seu amado Mestre escutasse… esse pensamento sombrio não iria pará-la.

Ela clamou pelo jovem várias vezes. Com sua voz, seus pensamentos… embora essa pessoa não percebesse, a garota esperava por sua vinda.

Seus dedos ficaram ainda mais rápidos. Imaginando que eram os dele, Satia empinou sua bunda cada vez mais.

Ela moveu os dedos de seu clitóris para a vagina, devastando-se com dois dedos.

Sentindo-se imatura e obscena, empurrou seus dedinhos de boneca em si mesma, mais e mais.

Constantemente estimulando a área superficial, como se estivesse esfregando, se forçou a sentir prazer.

A garota queria chegar ao clímax enquanto pensava naquele jovem. Imaginando os dedos dele, começou a pensar na voz de seu Mestre, imaginando que ele estava presente, fazendo tudo isso com ela.

— Fuu…!? N, hii… aaau!

Junto com uma voz particularmente alta e abafada, ela começou a espasmar com força suficiente para perder o controle de seus membros.

De novo, de novo e de novo ela soltou seus fluidos de amor, sua cintura tremendo como se quisesse mostrar como sua calcinha estava ligeiramente para dentro de sua vagina.

O lençol molhado pelas lágrimas, o robe enrolado que não servia mais como roupa…

Com suas costas delicadas expostas ao ar, seu corpo convulsionando brilhava obsceno devido ao suor.

Depois de suportar os espasmos por algum tempo, o corpo de Satia ficou sem forças, sua cintura caindo debilmente na cama. Ela se virou trêmula, olhando para o teto vagamente.

Seu robe estava enrolado e sua calcinha molhada, tudo por causa de suas secreções, mas continuou encarando o teto vagamente.

As duas pequenas protuberâncias inchadas em seu peito subiam e desciam de acordo com sua respiração intensa. Ela mesma podia escutar os vestígios de seu ato anterior em sua respiração.

Os mamilos eretos da garota mostravam como a masturbação foi intensa.

— Haah… Haah… nn…

Ela tinha que vestir seu pijama e, se não trocasse a roupa de baixo…

Pensando em coisas assim, tentou mover seu corpo obsceno, ainda sofrendo com as consequências de seu clímax.

— Tenho que… limpar…

Seu suor parecia sujo.

Embora ela mesma não tivesse notado, até o cheiro era indecente.

Para a escrava, a única pessoa que não poderia odiá-la era seu Mestre…

No entanto, seus membros estavam dormentes após tudo isso, então não respondiam.

Ela já tinha se entregado à luxúria. Satia, com seus seios e calcinha ainda a mostra…

Fechou os olhos.

 


 

📃 Outras Informações 📃

Apoie a scan para que ela continue lançando conteúdo, comente, divulgue, acesse e leia as obras diretamente em nosso site.

 Quer dar uma forcinha para o site? Que tal acessar nosso Padrim :ZeroTwo8:

Padrim

Acessem nosso Discord, receberemos vocês de braços abertos.:kenislove:

 

 

You cannot copy content of this page
%d blogueiros gostam disto: